domingo, 12 de fevereiro de 2012

Selinho

 

Oi gente!

Esse post rapidinho é só pra dizer que ganhei mais um selinho! Dessa vez foi a Gabi, do Abrindo os livros. Obrigada pela indicação Gabi!

best blog selinho

Basta seguir as regras:

  • dizer 7 coisas sobre você:

Sou teimosa como toda boa taurina;
Todo mundo aqui sabe, mas sou apaixonada por livros, filmes e séries;
Me formei em veterinária, mas não exerço mais a profissão (no regrets!);
Trabalho como professora de inglês:
Outros vícios: chocolate e Coca-cola (nem vem com Pepsi…Não pode ser não!);
Apesar de ter o blog (que eu AMO!), não sou viciada em computador;
Se deixar falo até com a porta de tão tagarela que eu sou.

  • indicar para 7 blogs:

Arte around the world

Gato Feio

Gatos na biblioteca

Hunfs (esse não é exatamente sobre livros, mas eu me divirto com as aventuras da Luana lá na Bélgica – ops! Nárnia do Sul!)

Mundo de Tinta

TOC

Viagem literária

Bom, por enquanto é só. Beijos!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Silêncio – Becca Fitzpatrick

 

Silencio Nora Grey não consegue se lembrar dos últimos cinco meses. Depois do choque inicial de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, ela precisa retomar sua rotina, voltar à escola, reencontrar a melhor amiga, Vee, e ainda aprender a conviver com o novo namorado da mãe.
Em meio a tudo isso, Nora é assombrada por constantes pensamentos com a cor preta, que surge em sua mente nos momentos mais improváveis e parece conversar com ela. Alucinações, visões de anjos, criaturas sobrenaturais. Aparentemente, nada disso tem a ver com sua antiga vida.
A sensação é de que parte dela se perdeu. É então que o caminho de Nora cruza o de um sexy desconhecido, a quem ela se sente estranhamente ligada. Ele parece saber todas as respostas… e também o caminho até o coração de Nora. Cada minuto a seu lado confirma isso, até que Nora se dá conta de que pode estar apaixonada. De novo.

ATENÇÃO! SPOILERS SE VOCÊ NÃO LEU NENHUM LIVRO DA SÉRIE HUSH, HUSH!

Depois daquele final torturante de Crescendo (lembra que eu falei que dava vontade de matar Becca Fitzpatrick?), com o seqüestro de Nora, foi dureza esperar até o lançamento do terceiro livro da série (eu não consegui encontrar antes em inglês para acalmar a ansiedade…humpf!). Finalmente chegou e eu peguei o livro cheia da expectativas. Mas…

Logo que li a sinopse já previ que seria uma enrolação só. Depois de passar 3 meses nas mãos do Mão Negra (também conhecido como papi), Nora acorda no cemitério, e sem lembrar de absolutamente nada dos 5 meses anteriores. E até ela lembrar, lá vai metade do livro, com muita lenga-lenga e nada acontecendo de fato. Isso foi meio chato. A única coisa legal foi que nesse meio tempo, aparece Scott, que havia fugido após ser descoberto como mestiço de anjo e ter traído Mão Negra. É ele que começa a juntar as peças para Nora, mas até chegar a isso…

Mas daí pra frente, até parece outro livro. Patch, que até aí estava meio afastado de Nora, só aparecendo para ela sob seu nome verdadeiro (Jev), volta de vez para a história e muda o ruma dos acontecimentos. O que eu gostei bastante foi do prólogo, que é com ele e mostra todo o lado implacável dele. Bem mais legal que seu lado anjinho da guarda. Ele vem subindo no meu conceito a cada livro. Anda mais sóbrio e também sedutor.

Nora enche o saco com a amnésia. Mas também já não é mais a mesma menina assustada do primeiro. O que também é sacal é a insegurança dela, que ocupa boa parte do livro. E como ele é narrado por ela, tem que aguentar. Ela também vai ter grandes surpresas neste, e começa a perceber seu poder de meio-sangue nefilim.

Outra que vai ter uma surpresa, mas desta vez nada agradável, é Marcie. No segundo, com a descoberta de que ela e Nora são irmãs, elas meio que começam a se aproximar. Nada como Aphrodite e Zoey em House of Night. Pena que novamente ela não tem muito espaço. Ela ainda é detestável, infantil, mas agora, depois de ler este, tenho até pena dela.

Um que ganha bastante destaque é justamente Hank Millar, pai de Marcie e Nora, também conhecido como Mão Negra. Líder dos nefilins, ele tem o plano de formar um exército para combater os anjos caídos. E ainda tem tempo de namorar a mãe de Nora, para quem faz o papel de homem ideal. Ardiloso e escorregadio, o cara, ao invés de ser um vilão legal, na verdade é irritante. Mas seus planos vão tomar um rumo inesperado. Só que nesse meio tempo, os arcanjos também estão se movimentando para entrar na guerra.

O livro, depois que Nora recobra a memória, fica bem emocionante e com um ritmo bom, que faz com que a gente leia rápido. E o final é surpreendente. E leva a história para um rumo bem diferente. A autora preparou muito hem o terreno para Finale, a última parte da saga, prevista para sair nos EUA em outubro deste ano. Aqui, só Deus sabe, mas provavelmente no final do ano ou ano que vem. O jeito é ficar se remoendo para saber como a história de Patch e Nora vai acabar.

Trilha sonora

Everlasting love e If God will send his angels, do U2. Angels, do Robbie Williams é meio óbvia, mas é uma das minhas preferidas (as do U2 também), e fala sério, oh sortuda a do clipe! Pena que esse é comportadinho…Ele costuma fazer uns mais sexy…Aluminum, do Barenaked Ladies também cai muito bem para um certo personagem. Finalmente, Everybody's fool, do Evanescence.

Se você gostou de Silêncio, pode gostar também de:

  • saga Crepúsculo – Stephenie Meyer;
  • Vampire Academy – Richelle Mead;
  • Vampire Diaries – L. J. Smith;
  • série House of Night – P. C. e Kristin Cast;
  • série Fallen – Lauren Kate;
  • série Os Imortais – Alysson Noël.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Despertada – House of Night #8 – P. C. & Kristin Cast

 

Despertada Exonerada pelo Conselho Supremo dos Vampiros e retornando a sua posição de Grande Sacerdotisa da Morada da Noite de Tulsa, Neferet jurou vingança contra Zoey.
Seu domínio sobre Kalona é apenas uma das armas que ela pretende usar. Mas Zoey encontrou um santuário na Ilha de Skye e está sendo protegida pela Rainha Sgiach, que espera que ela possa assumir o reinado. Tornar-se a rainha seria legal, não seria? Por que ela deveria retornar à Tulsa?
Depois de perder Heath, seu consorte humano, Zoey nunca mais será a mesma – e seu relacionamento com o supersexy guerreiro Stark pode também nunca mais ser o mesmo. E Stevie Rae e Rephaim? O Raven Mocker se recusa a ser usado contra Stevie Rae, mas que chances ele tem quando ninguém no mundo, incluindo Zoey, estaria feliz com este relacionamento? Ele deve trair seu pai ou seu coração?
No emocionante oitavo livro da série House of Night até onde irão os vínculos da amizade e quão forte são as amarras que prendem o coração.

ATENÇÃO! SPOILERS SE VOCÊ NÃO LEU NENHUM LIVRO A SÉRIE HOUSE OF NIGHT!

Como o nome mesmo indica, depois de voltar do Mundo do Além, Zoey fica um tempo na Ilha de Skye, curtindo o romance com Stark. E fala sério, quem pode culpá-la? Com um guerreiro que foi pro além atrás dela, lindo e ainda por cima que sabe manejar um arco e flecha?! E a relação dos dois está cada vez mais profunda, espiritual e fisicamente. Afinal, tanto Zoey como Stark passaram por muita coisa juntos. E essa experiência definitivamente vai mudar os dois. Ambos estão mais maduros, e sabem exatamente o que querem para o futuro.

Só que enquanto eles curtem esse pedaço de paraíso, Neferet se aproveita e volta para a Morada da Noite de Tulsa. Cada vez mais sedenta de poder, ela não mede as consequências de seus atos, e será capaz de tudo para se firmar como a soberana do mundo vamp. Claro que ela não deixa nada disso transparecer aos membros da Morda da Noite, onde aparece como um anjo personificado. Só que ela mantém seus segredos, entre eles Kalona, que deveria ser expulso de sua convivência por 100 anos. Isso foi o que ela falou para o Conselho Supremo, mas na verdade ela nunca deixou de confiar no imortal. Só que Kalona não a suporta mais, está como orgulho ferido (o que para um imortal é o pior dos castigos. Que o diga Percy Jackson…). Kalona,, por sua vez, começa a manter segredos só seus, que podem deixar a relação de Zoey e Stark bem complicada (não se esqueçam que Stark só sobreviveu no Além porque Nyx ordenou que Kalona soprasse uma fagulha de sua imortalidade no guerreiro).

E como segredos imperam em Tulsa, Stevie Rae ainda tem os seus. Ela ainda não contou a ninguém de seu imprint com Rephaim, o que complica bem as coisas para ela. Com Kalona de volta, Rephaim volta para o lado de seu pai. Mas a atração (citando Zoey: eca!) dos dois continua forte, e evoluiu para muito mais do que os laços firmados com o imprint. Stevie Rae está ficando cada vez mais poderosa, e mostra que ela realmente é a Grande Sacerdotisa vermelha. E não porque ela é a única do tipo, mas por mérito próprio. Sua ligação com o elemento terra está mais forte do que nunca. E Rephaim agora está ainda mais atormentado pela escolha entre Stevie Rae e seu pai. Agora é hora de escolher e isso pode mudar as vidas de muito mais gente do que ele pensa.

Aphrodite, infelizmente, aparece pouco neste livro. Mas aos poucos, e diante de circunstâncias nada agradáveis, ela começa a deixar de lado o jeito insolente e desagradável no trato com as pessoas. Principalmente com a horda nerd. Ela começa a se aproximar e ser realmente uma amiga para todos eles. Como eu disse, é pena que ela não tenha muito espaço.

De novo, o ritmo e mais leve. Não que isso signifique que a leitura se arrasta. Pelo contrário. Mas eu sinceramente achei este mais fraquinho que os anteriores. Só continuo achando que as autoras estão misturando muitas coisas, e como eu já disse, isso pode ser perigoso. E, pelo que andei vendo (e acredito que por isso – além de ganhar mais dinheiro), a série, que se encerraria no nono livro, vai até o décimo-segundo. Só quero ver como elas vão fazer para desenroscar o fio sem cair na idiotice. Não entendam errado. Eu recomendo o livro para quem, como eu, gosta do gênero. É uma leitura viciante e prende a gente até o final. Só posso esperar que o final seja bom também.

E só para encerrar, aqui vai um dos motivos para ler a série:

Se gatos entendessem de tecnologia e tivessem polegares opositores, governariam o mundo (Sgiach, p. 100)

E quem disse que eles já não dominam? E mais uma coisinha antes de terminar. Na tradução está “oponíveis” em vez de opositores. Nem sei se essa palavra existe! Muito feio isso. Há mais alguns deslizes de tradução, mas nada que prejudique a leitura.

Trilha sonora

De cara, 3 músicas da Adele que tem tudo a ver: I'll be waiting, He won't go e Set fire to the rain (esta última é do DVD dela, Live at Royal Albert Hall, que eu super recomendo pra todo mundo. É excelente e eu assisti de novo esse fim de semana). E Awake and dreaming, do Finger Eleven, que eu adoro. E lembrei depois de Vermillion pt 2, do Slipknot (eu normalmente coloco um post-it na primeira página do livro e escrevo as músicas conforme lembro ou escuto, mas essa escutei no iPod no ônibus e não tinha como eu anotar. Acabei esquecendo, mas pensei nela na hora que ouvi).

Se você gostou de Despertada, pode gostar também de:

  • saga Crepúsculo – Stephenie Meyer;
  • Vampire Academy – Richelle Mead;
  • Vampire Diaries – L. J. Smith;
  • As Crônicas de Sookie Stackhouse – Charlaine Harris;
  • Irmandade das Adagas Negras – J. R. Ward;
  • série Fallen – Lauren Kate;
  • coleção Sussurro – Becca Fitzpatrick.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Queimada – House of Night # 7 – P. C. & Kristin Cast

 

Queimada As coisas se tornaram negras na Morada da Noite. A alma de Zoey Redbird se despedaçou. Com o coração partido, vendo tudo ao seu redor desmoronar e com vontade de ficar para sempre no mundo dos mortos, Zoey está sumindo a olhos vistos. Parece cada vez mais difícil ela se recuperar a tempo de reencontrar seus amigos e recolocar as coisas em seus devidos lugares. Sendo a única pessoa viva que consegue alcançá-la, Stark, seu guerreiro, deve achar uma forma de ir até ela. Mas como? Segundo o Conselho Supremo dos Vampiros, ele teria de morrer para isso. E então Zoey desistirá, com certeza. Só restam mais 7 dias… Stevie Rae, melhor amiga de Zoey, quer ajudá-la, mas está enfrentando problemas seríssimos. Os Novatos Vermelhos do Mal estão pisando na bola e, dessa vez, nem Stevie Rae poderá protegê-los das consequências. O quase-namorado dela, Dallas, é um doce, mas muito enxerido pro seu próprio bem. A verdade é que Stevie Rae está escondendo um segredo que pode ser a chave para conseguir trazer Zoey de volta, mas também ameaça explodir seu mundo inteiro. No meio desta confusão está Aphrodite: ex-novata, patricinha podre de rica, bruxa do inferno convicta (e com muito orgulho), tendo visões que revelam o futuro e, para piorar, com Nyx resolvendo falar por meio dela, quer ela queira ou não. A lealdade de Aphrodite pode oscilar em várias direções, mas, no momento, é o destino de Zoey que está em jogo. Três garotas… Brincando com fogo… Se elas não se cuidarem, todos irão se queimar.

ATENÇÃO! SPOILERS SE VOCÊ NÃO LEU NENHUM LIVRO DA SÉRIE HOUSE OF NIGHT!

Depois de testemunhar o assassinato de Heath por Kalona, Zoey não aguenta o choque e sua alma se despedaça. Ela se perde no Mundo do Além, e a princípio nem se lembra de quem é. E a tristeza é tanta que ela quer ficar lá, com Heath. Na verdade,ela quase não aparece nesse, por motivos óbvios. Mas o pouco que ela aparece, está irreconhecível. Zoey vai aos poucos se perdendo, tomada pela culpa e pelo desejo de ficar com Heath para sempre. Só que, claro, as coisas não são tão simples assim. E isso nem é spoiler, já que depois desse tem mais dois livros (Despertada e Destinada – este último com lançamento previsto para este mês \o/).

O foco deste está nos outros pontos de vista. Como em Tentada, a narrativa é dividida em diversos pontos de vista, sendo que os mais importantes (ou melhor, os que mais aparecem) são os de Stevie Rae, Stark (yay!) e Rephaim. Aphrodite também tem seu ponto de vista registrado, e, apesar de importante, não tantas vezes. Zoey é a única que continua contando sua própria história, os outros são contados em terceira pessoa, mas ainda assim muito legal ver a história por outras perspectivas.

Vamos começar com Stevie Rae. Para mim, a parte dela, junto com Rephaim, foi a mais chatinha. E os dois pontos de vista – dela e de Rephaim – podem até ser considerados como um só. Isso porque no anterior, após salvar Rephaim, um ser meio corvo, meio homem, filho de Kalona (na verdade, resultado dos estupros que o imortal cometeu contra as mulheres Cherokees no passado). Rephaim é, então, um ser das Trevas (assim mesmo, com M maiúsculo). Mas, quando Stevie Rae o viu no bosque perto do convento, se compadeceu com a humanidade em seus olhos e o salvou (lembra que eu disse que ela estava escondendo algo, além dos novatos vermelhos? Era isso). Assim, ele ficou em débito com ela, e, por sua vez, a salva também. Só que as consequências disso vão muito além do simples salvamento. Stevie Rae fica tão fragilizada que para salvar sua vida, Rephaim faz com que a garota beba seu sangue, quebrando assim o Imprint com Aphrodite. E essa ligação vai levar os dois a se questionarem muitas coisas. Ele, se pode trair seu papi; ela, agora no posto de Grande Sacerdotisa, se pergunta qual será a repercussão de seu novo Imprint para seus amigos e seu quase-namorado Dallas. Este é um novato vermelho superfofo, louco por Stevie Rae e que quer ser para ela o que Stark é para Zoey. E é bom se lembrar dele, porque acho que ele vai ser peça importante mais para frente.

Stark, depois de testemunhar a alma de Zoey se despedaçando, parte com ela, Aphrodite e Darius para a Ilha de Skye, na Escócia, onde espera poder chegar ao Mundo do Além para proteger sua Zoey. E ele parte um tanto desacreditado, pois nenhum Guerreiro jamais conseguiu voltar do Mundo do Além e viver. Ambos Sacerdotisa e Guerreiro sempre morrem. Mas, através de um conhecimento antigo e já esquecido, ele está disposto a tentar. O garoto não mede esforços para resgatar Zoey (pausa para own!). Na Escócia, ele tem que reconciliar sua antiga vida, de humano, com sua de vampiro, bem como enfrentar a si mesmo para que consiga. Seu desespero é tanto que ele enfrenta qualquer um que se interponha em seu caminho, não importa quem seja. Mas esse seu jeito intempestivo é uma das coisas que ele tem que enfrentar se quiser salvar Zoey. Ele precisa provar a si mesmo que e digno de ser o Guerreiro de Zoey, já que se culpa pelo que aconteceu com ela. A parte dele é a mais legal do livro, ser tanta lenga-lenga.

E ele não está sozinho. Aphrodite também, na qualidade de Profetisa de Nyx, consegue acesso à tal Ilha, que é o reino de uma mulher com o nome impronunciável, líder de uma Morada da Noite isolada e dedicada a um clã especial de Guerreiros. Aphrodite continua com seu jeito sarcástico e petulante, mas isso mais que nunca é fachada para o pânico que toma conta da menina diante do cargo que agora ocupa. Mais uma vez ela mostra seu lado vulnerável, mas, sendo como é, levanta o queixo e assume a responsabilidade.

Quase me esqueço que Heath também tem o seu ponto de vista registrado. E ele vai ser peça chave para a salvação de Zoey. Ele sabe que está morto, e estranhamente, não se abala muito com isso. É ele quem faz companhia a Zoey no Mundo do Além e de certa forma a protege também, já que nem lá ela está a salvo. E de certa forma, ele também está mais maduro.

Kalona e Neferet também tem capítulos dedicados a eles. Não são muitos, e na verdade só estão aqui para mostrar que a vilãzona é mesmo Neferet. Ela manipula Kalona e o manda atrás de Zoey no Mundo do Além. Sua missão lá é justamente impedir que Zoey se recomponha e retorne à Terra.

Esse, apesar de se passar em uns dois dias, também tem o ritmo mais lento. Não que isso signifique que é uma leitura demorada. Pelo contrário. Mas acontece que, pelo menos é essa a sensação, as autoras estão preparando o terreno para o que está por vir. E ainda bem que o último da série está para sair, porque eu não ia aguentar esperar muito para ler o final.

Trilha sonora

Essa primeira música tem tudo a ver. E eu adoro: Samson, da Regina Spektor (eu ouvi essa música pela primeira vez em um episódio de CSI: NY, quando a Stella – Melina Kanakaredes aliás deu show de interpretação – apanha do namorado). Também Disarray, do Lifehouse, Show me how to live, do Audioslave (kids, don’t try this at home. Eu amo esse grupo. Pena que acabou. E esse Chris Cornell…), Bring me to life, do Evanescence (é óbvia), My sacrifice, do Creed (outra banda boa que acabou. Sniff) e finalmente Torn, a Natalie Imbruglia (também adoro essa música).

Se você gostou de Queimada, pode gostar também de:

  • saga Crepúsculo – Stephenie Meyer;
  • Irmandade das Adagas Negras – J. R. Ward;
  • The Vampire Diaries – L. J. Smith;
  • Vampire Academy – Richelle Mead;
  • coleção Sookie Stackhouse – Charlaine Harris;
  • série Fallen – Lauren Kate;
  • série Sussurro – Becca Fitzpatrick.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tentada – House of Night # 6 – P. C. e Kristin Cast

 

Tentada Depois de tanta agitação, Zoey bem que merecia um descanso. Mas não há tréguas na Morada da Noite. Lidar com três caras ao mesmo tempo, novamente, não é um alívio para o estresse, especialmente quando um deles é um guerreiro tão sexy e tão dedicado em protegê-la, que é capaz de sentir suas próprias emoções. Aphrodite tem novas visões que alertam Zoey para ficar longe de Kalona e de seu obscuro fascínio, mas mostram também que ela será a única com poderes capazes de interromper um mal imortal. Logo se torna óbvio que Zoey não tem escolha: se ela não for ao encontro de Kalona, ele se vingará, e justamente nas pessoas que ela ama. Mas ela terá coragem para fazer o que deve ser feito, a ponto de sacrificar sua vida, seu coração e sua alma? Descubra neste sexto livro da Série House Of Night.

ATENÇÃO! SPOILERS SE VOCÊ NÃO LEU NENHUM LIVRO DA SÉRIE HOUSE OF NIGHT!

Depois de espantar Kalona, as coisas ficam meio caóticas para Zoey e seus amigos. O livro começa exatamente onde parou o anterior, e ainda no convento de Irmã Mary Angela. Zoey está esgotada e Stark seriamente ferido. E agora, Heath faz parte oficialmente da Horda Nerd. E, pelo menos uma coisa boa: Zoey deu o pé na bunda que Erik merecia (aleluia!). E, de novo, o cara mostra que é um babacão.

Mas Zoey sabe que tem que voltar à Morada da Noite. Só que as coisas por lá andam de cabeça para baixo. É, Neferet e Kalona fugiram, mas deixaram um rastro de coas na escola. Um dos professores está morto, e, por mais estranho que possa parecer, os alunos, e alguns membros da equipe, ainda estão sob o encanto do imortal. Mas, por outro lado, a Horda Nerd descobre que tem novos aliados, alguns surpreendentes na escola. Só que todos ainda estão bem machucados, se recuperando na enfermaria. Então, o que eles podem fazer, só conferindo os próximos.

De cara, o que chama a atenção neste é que pela primeira vez, a narrativa é fragmentada, mostrando diversos pontos de vista. Só o de Zoey é contado por ela mesma, os outros são narrados em terceira pessoa. Mas mesmo assim, é legal ter outras perspectivas.

A primeira delas é Stevie Rae. Ela entra em cena logo após Zoey, com aquele círculo diferente, que incluía sua avó e a Irmã Mary Angela, botar o casal do mal pra correr. E não se deixe enganar pelo jeito meigo de Stevie Rae. Ela sabe ser mandona e é uma líder nata. Logo de cara já vai dando ordens para ninguém menos que o babaca do Erik (que a gente sabe que adora seguir ordens) e para Heath. E não é que ela consegue colocar os dois nos seus devidos lugares? Só que nessa tarefa, ela dá de cara com uma surpresa nada agradável. Não vou contar o que é para não estragar (acompanhe na resenha de Queimada, o próximo), mas basta dizer que essa surpresa implica em mais um segredo que ela tem que guardar de Zoey e cia. Além do fato de ela estar escondendo os outros novatos vermelhos que foram de vez pra o lado negro da Força. E a coitadinha sofre com isso. Assim como também luta com sua escolha todos os dias. Ela sabe que escolheu certo, mas ainda sente um conflito entre o que ela era quando desmorreu e o que ela é agora. Não bastasse isso, ainda tem que lidar com o Imprint com Aphrodite. Mas Stevie Rae se sai muito bem nesse rolo todo.

Outra que tem seu ponto de vista retratado é a própria Aphrodite. É só em um capítulo, mas é muito legal conhecer um pouco mais dela. E descobrir que ela é na verdade uma menina vulnerável (apesar de detestar se sentir assim). E isso não muda em nada o fato de ela ser uma personagem bem  melhor que a própria Zoey. É mais inteligente e pé no chão, e também tem as melhores sacadas. Seu relacionamento com Darius se aprofunda um pouco neste livro, e na verdade isso a assusta. Ela não está acostumada a ser bem tratada e amada. E isso a pega de surpresa.

E falando em Zoey, ela ainda tem  maior parte da narrativa. Mas nesse ela está mais confusa, porque lembranças de sua vida passada começam a voltar, e isso leva Zoey a questionar muitas coisas. E ela começa a entender que é Grande Sacerdotisa. O que a assusta também. Ela já cometeu erros demais, e morra de medo de cometer mais um, por isso tem tanta insegurança. Ela sabe que não está preparada ainda. Mas também sabe que não está sozinha.E tenho que admitir que ela subiu no meu conceito ao dar o pé em Erik. Já estava na hora.

Sua relação com Stark também começa a ficar mais forte e ele cada vez mais se mostra um guardião capaz. Ele se sente muito inseguro no cargo, mas muito dessa insegurança vem de Zoey. Isso porque ele pode sentir o que ela sente. E ele é maduro o suficiente para entender a ligação de Zoey com Heath. Pode não gostar, mas aceita. E apesar de sofrer, coloca as necessidades de Zoey em primeiro lugar. E Heath também amadureceu bastante. Aceita Stark também, apesar de não gostar (não de Stark, mas da situação) e também coloca Zoey em primeiro lugar. Nenhum dos dois tem problemas com ego ferido. E dessa forma, a situação fica menos irritante.

Há mais pontos de vista retratados, mas não vou falar deles ainda, para não dar mais spoilers do que o necessário. De novo, tudo se passa muito rápido, mas com essa alternância, dá uma desacelerada. E com essa mudança de foco, dá para conhecer melhor os personagens. O final é surpreendente e forte, o melhor até agora. A história está cada vez mais complexa também. O que na verdade eu acho que não é muito bom. Deixa eu explicar. As autoras fizeram uma verdadeira mistura de coisas: vampiros, anjos caídos, e lendas Cherokees. E isso pode levar a dois caminhos: ou o final é muito bom, e coerente, ou perde-se o foco e a história toda vai por água abaixo. Pra mim, isso foi o que aconteceu com Matrix. E com Lost. Os roteiristas misturaram tanta coisa que no final não souberam explicar nada, se perderam na bagunça. E essa série corre o mesmo risco. Mas ainda tem mais pelo menos 3 livros para elas explicarem tudo. É esperar para ver. Mas recomendo a leitura do mesmo jeito.

Trilha sonora

Para começar, We are, da Ana Johnson. Também Perfect memory, do Remy Zero (essa música é triste mas eu adoro!)

If it don’t hurt me it won’t hurt you

E para terminar uma velhinha, Love you more, do Sunscreen.

Se você gostou de Tentada, pode gostar também de:

  • saga Crepúsculo – Stephenie Meyer;
  • Vampire Academy – Richelle Mead;
  • The Vampire Diaries – L. J. Smith;
  • coleção Sookie Stackhouse – Charlene Harris;
  • Irmandade da Adagas Negras – J. R. Ward;
  • série Fallen – Lauren Kate;
  • coleção Sussurro – Becca Fitzpatrick.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Faixa a faixa – Shania Twain – Come on over

 

Shania Come on over Uma cantora que eu amo é Shania Twain. E já gostava dela antes de ela estourar aqui no Brasil. Apesar de ser classificada como country, eu acho que ela faz mais música pop que country. E geralmente bem animadas e gostosas.

Não sei direito porque escolhi este CD para comentar. Ele foi lançado em novembro de 1999, e foi justamente com músicas dele que esta linda canadense  de nome esquisito estourou por aqui. E tenho uma historinha com este álbum. Eu tinha (sim, o tempo verbal está certo. Eu ainda tenho, mas leia a história até o final para entender) ele e é m dos meus preferidos. Então, nada mais natural do ele ficar no carro, certo? Bom, era isso mesmo, até que um dia, um filho de uma boa mãe tentou levar o meu carro, que estava arado na frente da minha casa. O estrupício abriu o carro com uma outra chave qualquer. E conseguiu. Só que na hora de dar a partida, o manézão quebrou a chave na ignição, e, frustrado por não conseguir o que queria, levou o meu porta CD, com este e mais um monte. Dos males o menos, mas fiquei p. E então, muito chateada, eu baixei o CD todo de novo e gravei (levanta a mão quem nunca fez isso). Pode não ser bonito, mas se eu fosse comprar de novo todos os CDs que me levaram, eu gastaria uma boa grana. Então, pronto. Foi isso.

Voltando a Shania, ela anda meio sumida. E com motivo. Abra a Contigo/ Caras, etc. O babado é forte. Ela era casada com Mutt Lange, seu produtor. Lá pelas tantas, ela descobriu que o cara traía ela com sua “melhor” amiga. Bom, eles se separaram, e os dois traídos foram se consolar. Consola daqui, consola dali, pronto ela casou com o ex da ex-amiga. Como eu sempre digo: payback is a bitch. e também tenho que admitir: caiu um pouquinho ao ser juíza do American Idol. Mas isso não muda o fato de ela ser uma ótima cantora, com músicas descontraídas e gostosas de se ouvir.

Deixando a conversa mole e as fofocas pra lá, vamos ao que interessa. Como eu disse, acho que ela faz música muito amis puxada pro pop do que country. Com a diferença de ter um violino aqui e ali, e uns solos de guitarra diferentes. O que na minha humilde opinião só faz melhorar a música. Então vamos lá. E, como todas as músicas são muito boas, é só clicar no nome que ele direciona pro YouTube pra você ouvir. Com exceção da primeira, que tem um videoclipe beeeem bom (pelo menos para nós, mulheres) Então aumente o som e vamos lá:

1. You’re still the one: balada romântica, mas sem ser chorosa. Aliás, música de corno não é a especialidade dela. Essa é bem conhecida daqui, fez bastante sucesso. Gosto muito do ritmo dela, que lembra bem, como no vídeo, as ondas do mar. Então meninas, preparem o babador porque lá vai o clipe:

2. When: infelizmente, You’re still the one é um dos poucos clipes que ela fez direitinho. Essa segunda faixa é superfofa, com um letra bem para cima e bonitinha, apesar de falar de um rompimento. Por isso eu optei por um vídeo com a letra em vez do original. Perfeita para aquele dia que você não está se sentindo muito bem;

3. From this moment on: campeã dos casamentos, essa baladaça foi na verdade escrita para os pais dela, que morreram quando ela era adolescente. Coloquei um vídeo ao vivo porque a) o clipe não é lá essas coisas, e b) para mostrar que ela canta muitíssimo bem também ao vivo. Eu adoro esta música que tem várias versões com parcerias diferentes, incluindo com os Backstreet Boys, quando eles ainda eram famosos;

4. Black eyes, blue tears: de novo, ela dá uma suavizada num tema muito forte, que é o abuso contra mulheres. Rihanna devia escutar essa música e prestar atenção. Mas mesmo assim, a música tem uma batida para cima, e se você não entende inglês, pode se enganar feio quanto ao significado. Adoro quando os artistas fazem isso. E fica aí o conselho:

Find your self esteem
And be forever free to dream
;

5. I won't leave you lonely: mais baladinha, com uma batidinha bem gostosa e mais próxima do country, é boa para relaxar;

6. I'm holding on to love (to save my life): mais animadinha, também mais puxada para o country, gosto bastante do refrão, com um tipo de ponte, uma paradinha entre os versos;

7. Come on over: adoro essa música, com uma batida diferente, que não sei nem explicar. A letra também é bem legal, otimista. Mas, sério, essa roupinha do vídeo, meio paquita do futuro…Quando vi a imagem do vídeo até duvidei que era ela. Sério, o figurinista desse show devia ser demitido. Se bem que o gosto de Shania para roupas é meio duvidoso;

8. You've got a way: essa pode ser que você conheça, porque foi trilha de Um lugar chamado Notting Hill. No CD dela, está um pouco diferente do vídeo, e eu prefiro a do CD;

9. Whatever you do! Don't!: música bem animada, cheia de pontes e alternância de ritmos. O vídeo não é oficial, claro, mas Gerard Butler deixa tudo bom demais. E a música descreve direitinho…Ai aquele sotaque irlandês…Mas de volta à música, boa para dançar e pular bastante;

10. Man! I feel like a woman: megasupersucesso. Impossível você não se lembrar. Se não me engano, foi de novela. Outra que é boa para dançar, e para nós meninas, é uma delícia. Isso me lembra uma história. Uma vez, há muito tempo, quando a música estourou na rádio, um aluno meu, do sexo masculino, é bom frisar, pediu para eu passar. Afinal, a música é boa, animada e daquelas que dá vontade de cantar a plenos pulmões e pular até cansar. Qual não foi a decepção dele ao descobrir a letra… E no vídeo, Shania faz uma brincadeira com o clipe Addicted to love, do Robert Palmer. Deu para perceber a semelhança?

11. Love gets me every time: mais puxada para o country, talvez vocês conheçam.  Tem uns solos de violino (ou sei lá que instrumento que soa igual) que eu adoro. Aqui ela está um pouquinho diferente do CD. Confesso que demorei pra caramba para aprender o refrão. Eu nem sabia que tinha letra mesmo até ver a letra em algum lugar. Pra mim era um monte de enrolação. E o jeito brincalhão dela nos bastidores do vídeo eu acho que não é forçado não. Eu tenho uns 2 DVDs de show dela, e ela é bem simpática, brinca bastante e conversa com o público. Então acho que é da personalidade dela;

12. Don't be stupid (you know I love you): acho que essa é a minha preferida no CD. É super animada e a letra é superdivertida, sobre um cara ultraparanoico. Esse vídeo é de um DVD que eu tenho. A música é bem animada e dá vontade de dançar. Adoro os violinos e a guitarra slide. E uma coisa interessante de notar no DVD é que os músicos da banda dela ficam sempre mudando de instrumento. Ou seja, os caras são bons mesmo. E são basicamente os mesmos do outro DVD que eu tenho, que é anterior. E alguns são bem gostosinhos;

13. That don't impress me much: letra bem legal, sobre o que as mulheres querem (meninos, prestem atenção!). Ao vivo ela é diferente do CD, mas eu gosto das duas. E essa também fez sucesso por aqui. Ao vivo, ela tem mais altos e baixos. A faixa é mais pop e é outra que eu adoro;

14. Honey, I'm home: outra que bota os homens no seu lugar ;D Brincadeirinha…Mas, é assim que nós todas deveríamos ser tratadas ;D. Eu gosto do modo como, ao vivo, ela alterna a música bem, ora mais pop, ora mais country;

15. If you wanna touch her, ask!: de novo, garotos prestem atenção. Mais puxada pro country, mas ainda com bastante influência pop. Só o que entrega é o solo de guitarra. Gosto do jeito como ela canta o refrão, com altos e baixos;

16. Rock this country: para fechar, uma faixa bem animada e mais pop. Solos de violinos bem legais, combinados com de guitarra e várias vozes no refrão, encerra o CD com chave de ouro.

É isso. Por hoje é só. Beijos e até o próximo post!

Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras

 

Sherlock Holmes O Jogo de Sombras Um filme que eu estava louquinha pra ver era a continuação de Sherlock Homes. Na verdade, já faz uns dias que assisti, mas só agora consegui escrever sobre ele.

Neste, Sherlock se defronta com seu maior inimigo: Professor Moriarty. Para isso ele conta com a ajuda de seu fiel ajudante, Dr. Watson, mas também de seu irmão Mycroft Holmes e de uma cigana chamada Madame Simza.

Tudo começa quando uma série de ataques a bomba deixa a Europa em alerta geral (além do pânico). Logo de cara, Holmes já desconfia de Moriarty. O que eu não entendi direito (acho que não ficou muito claro no filme. Ou eu que sou burrinha mesmo) foi qual; o objetivo de Moriarty com todo esse terror. Enfim, o fato é que a partir daí, Holmes junta forças com Watson e os dois saem em mais uma aventura.

Sherlock Watson Madame Simza

Watson acabou de se casar com Mary, e nem tem tempo de curtir a lua de mel quando Holmes o arrasta pela Europa na tentativa de parar Moriarty. E a cena de Holmes interrompendo a viagem do casal no trem é hilária.

Este segundo é mais cheio de ação e também eu achei que tem mais comédia. Uma coisa que não tem tanto em relação ao primeiro são aquelas divagações que Holmes faz antes de espancar alguém, por exemplo. O que eu acho que fez um pouquinho de falta. Quer dizer, é engraçado ver o raciocínio todo de Holmes antes de acertar um murro na cara do sujeito.

Watson O elenco também é muito bom. Robert Downey Jr, como de costume, rouba a cena (e não por ser o protagonista. É sua presença em cena mesmo). Mas Jude Law não fica atrás. Jared Harris também faz um bom trabalho como Moriarty, mas eu fiquei um pouquinho decepcionada. Isso porque no primeiro, dá entender que ele é na verdade Lord Coward (Hans Matheson,. de The Tudors e que eu adoro). Então, achei meio chato terem mudado. E eu particularmente prefiro o Lord Blackwood (mas aí talvez seja porque eu amo o ator que o interpreta, Mark Strong). Mas não se engane. Moriarty é fantástico, arrepiante e tão inteligente quanto Holmes, nunca perde a calma e nem perde tempo com joguinhos. Só mesmo com o jogo maior, de sombras.

Madame Simza Noomi Rapace (a Lisbeth da versão sueca de Os homens que não amavam as mulheres. E que diferença faz a maquiagem! Quase nem parece a mesma atriz!) também faz bonito, mas não tem a mesma química com Robert Downey Jr como Rachel Mc Adams. E, francamente, Irene Adler é uma personagem muito mais legal. E Mary (Kelly Reilly) também tem participação maior, e surpreende a gente.

Mycroft é um caso à parte. A princípio, seu personagem parece meio deslocado na trama, mas no final tudo é explicado e ele mostra que é fundamental para a história. E Stephen Fry dá vida ao papel muito bem. E ele também traz muita graça (de rir mesmo) ao filme, com seu jeito meio avoado.

Moriarty

Os cenários e figurinos continuam impecáveis, e as cenas de ação são de tirar o fôlego. O enredo também é interessante, cheio de reviravoltas e prende a gente na cadeira até o final superemocionante. E surpreendente.E espere mais! O próprio Robert Downey Jr confirmou um terceiro quando veio ao Rio, há pouco tempo. Então, alguns fios soltos que ficaram neste (sim tem alguns. Mas não vou revelar) devem ser explicados mais tarde. Então, enquanto isso não acontece, aí vai o trailer para você se deliciar!